Fui colocada ao lado do armário e de imediato tento me levantar e sair correndo dali.
Frustrada essa minha tentativa, o homem me segurou contra a parede de disse bem perto do meu ouvido:’’Sossegue menina, você não irá sair daqui tão cedo. Eu mal comecei a minha diversão.Aquele dia foi apenas uma prévia!’’ ‘’Prévia? Quem é você? Por favor, me deixe sair daqui...’’ Respondi aos prantos.
“Sou uma pessoa que você conhece... não sei como ainda não me reconheceu.’’ Acabaram-se as palavras com uma gargalhada no fim. Logo, me sentei no chão e recolhi minhas pernas para perto do meu peito, abaixei a cabeça e fiquei ouvindo ele dizer: “Pense, você me conhece desde de muito tempo, sempre vivi no seu mundo, inclusive na sua casa. Vi você crescer. E como cresceu ein? Virou uma menina muito bela e bonita.É uma pena que...’’ Antes dele completar, levantei minha cabeça e soltei: Pare. Pare com isso. Eu nunca te vi, não conheço você. Por favor, me deixe sair... Sei nada sobre você a não sei uma característica que notei: Você possui uma barba escura e me pareceu alto e claro assim como...Oh não,não pode ser.’’
“Pois é querida, você já sabe quem eu sou...pena que isso não irá durar muito tempo. Você não terá tempo de contar quem sou eu.” Respondeu ele com uma voz brava e severa. Logo, seus dedos apertaram meu braço, me fazendo levantar-me a força e mais uma vez contra a parede fui colocada e com a garganta seca eu disse:” Por favor, mais uma vez eu lhe imploro, me deixe sair, não conto para ninguém quem é você , eu prometo.Mas tenha piedade...’’ Fui interrompida por uma voz alta que berrava:
“PIEDADE? Você está me pedindo piedade? Garota não seja tola- ouvia seus paços de um lado para o outro- Não sou homem de sentir piedade de ninguém. Você está me aborrecendo e eu estou perdendo tempo, tenho que acabar logo com isso e você vê se facilita!’’ Quando ele terminou de dizer, começou novamente a me torturar , mais uma vez senti sua mão subindo pelo meu corpo só que dessa vez havia mais força, mais vontade e eu ali naquela escuridão me debatendo, gritando mas tudo em vão. De repente, ele me prendeu contra o chão e comecei a sentir ardor na minha perna, havia algo me arranhando, e esse ardor vinha subindo chegando nos meus braços e só parou no pescoço. Percebi que ele estava me cortando com a ponta de um punhal.
“ Pare, paaare, está me machucando. Por favor PARE!’’ Meu grito foi dado com tanta vontade e tamanho foi ele que ele parou e eu meio desacordada pude notar que ele saiu de cima de mim e andou até a porta. Parecia que alguém estava mexendo na fechadura. Um alívio tomou conta de mim quando ouvi:’’ Há alguém ai dentro? Ouvi gritos’’ Havia pessoas do lado de fora, e eu não encontrava forças para gritar e responder, mas o homem se descuidou e ao tentar fugir pela janela,derrubou alguns frascos no chão, dando a certeza que tinha sim alguém. Nesse meio tempo, a porta foi arrombada e a luz fui acesa. Eu apenas ouvia: “Meu Deus, quanto sangue, venha, tem alguém perto do armário, me parece muito machucada.’’
Frustrada essa minha tentativa, o homem me segurou contra a parede de disse bem perto do meu ouvido:’’Sossegue menina, você não irá sair daqui tão cedo. Eu mal comecei a minha diversão.Aquele dia foi apenas uma prévia!’’ ‘’Prévia? Quem é você? Por favor, me deixe sair daqui...’’ Respondi aos prantos.
“Sou uma pessoa que você conhece... não sei como ainda não me reconheceu.’’ Acabaram-se as palavras com uma gargalhada no fim. Logo, me sentei no chão e recolhi minhas pernas para perto do meu peito, abaixei a cabeça e fiquei ouvindo ele dizer: “Pense, você me conhece desde de muito tempo, sempre vivi no seu mundo, inclusive na sua casa. Vi você crescer. E como cresceu ein? Virou uma menina muito bela e bonita.É uma pena que...’’ Antes dele completar, levantei minha cabeça e soltei: Pare. Pare com isso. Eu nunca te vi, não conheço você. Por favor, me deixe sair... Sei nada sobre você a não sei uma característica que notei: Você possui uma barba escura e me pareceu alto e claro assim como...Oh não,não pode ser.’’
“Pois é querida, você já sabe quem eu sou...pena que isso não irá durar muito tempo. Você não terá tempo de contar quem sou eu.” Respondeu ele com uma voz brava e severa. Logo, seus dedos apertaram meu braço, me fazendo levantar-me a força e mais uma vez contra a parede fui colocada e com a garganta seca eu disse:” Por favor, mais uma vez eu lhe imploro, me deixe sair, não conto para ninguém quem é você , eu prometo.Mas tenha piedade...’’ Fui interrompida por uma voz alta que berrava:
“PIEDADE? Você está me pedindo piedade? Garota não seja tola- ouvia seus paços de um lado para o outro- Não sou homem de sentir piedade de ninguém. Você está me aborrecendo e eu estou perdendo tempo, tenho que acabar logo com isso e você vê se facilita!’’ Quando ele terminou de dizer, começou novamente a me torturar , mais uma vez senti sua mão subindo pelo meu corpo só que dessa vez havia mais força, mais vontade e eu ali naquela escuridão me debatendo, gritando mas tudo em vão. De repente, ele me prendeu contra o chão e comecei a sentir ardor na minha perna, havia algo me arranhando, e esse ardor vinha subindo chegando nos meus braços e só parou no pescoço. Percebi que ele estava me cortando com a ponta de um punhal.
“ Pare, paaare, está me machucando. Por favor PARE!’’ Meu grito foi dado com tanta vontade e tamanho foi ele que ele parou e eu meio desacordada pude notar que ele saiu de cima de mim e andou até a porta. Parecia que alguém estava mexendo na fechadura. Um alívio tomou conta de mim quando ouvi:’’ Há alguém ai dentro? Ouvi gritos’’ Havia pessoas do lado de fora, e eu não encontrava forças para gritar e responder, mas o homem se descuidou e ao tentar fugir pela janela,derrubou alguns frascos no chão, dando a certeza que tinha sim alguém. Nesse meio tempo, a porta foi arrombada e a luz fui acesa. Eu apenas ouvia: “Meu Deus, quanto sangue, venha, tem alguém perto do armário, me parece muito machucada.’’
Algum tempo depois, acordo assustada, totalmente suada e confusa. Olho para o lado e me encontro em meu quarto, estava tudo certo, e de fato foi somente um pesadelo terrível quase que sem fim. Estava tudo certo mesmo, a não ser por um detalhe que pude notar ou pelo menos, sentir.Senti uma ardor subindo pela minha perna e parando justamente no pescoço, como no sonho. Rapidamente empurrei os cobertores e vi tais arranhões nas minhas pernas e no meu braço. Se foi sonho não sei, mas sei que pareceu real demais para ter ficado somente no meu inconsciente.Logo, me levantei, fui até o banheiro e muito assustada com todos aqueles arranhões, olhei-me no espelho e um reflexo estranho atrás de mim sussurrou com uma voz rouca: ''Vai começar tudo de novo''.
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